domingo, 23 de dezembro de 2012

O enredo do amor

Passados três meses de relação fizemos a maior loucura da nossa vida, casamos no civil, nessa época existiram varias promessas por parte dos dois, promessas que duraram, mas algumas delas se quer existem ou se quer são lembradas.
Casamos e fomos felizes por certo tempo, eramos loucos um pelo outro, parecíamos que estávamos no cio  onde dava a gente "fornicava", era muito bom.
Compartilhávamos de idéias e gostos iguais, eramos almas gêmeas, nos adorávamos e nus amávamos  por ele eu era capaz de tudo, a maios loucura na minha visão era fichinha para o que eu podia fazer por ele.
Certa vez ele me disse que tinha ido a um centro espirita e alguém tinha dito que ele se casaria com alguém de longe, e esse alguém era eu, eu que não sou muito fã dessas coisas fingi que acreditei, pois para mim quem narra o nosso destino é Deus, somos apenas precursores de nosso livre arbítrio.
Porem quando eu tinha doze anos eu orava todas as noites e já pedia um marido, um marido bom, que me amace que não bebesse e que não me magoasse ou me batesse essa era parte de minha oração.

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